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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Vila dos Ingleses

Tema principal de nosso álbum, quem nos leva a conhecer é Turismo na História, em mais um roteiro incrível: O Ouro Verde: O Café e a Cidade.

O roteiro viaja pela trajetória do café em São Paulo, pela história das antigas cafeterias da cidade e conta, ainda, com uma visita guiada à Estação da Luz onde somos recebidos por um ator fazendo uma dramatização, finalizando na vila dos engenheiros ingleses, inspirada na arquitetura dos chalés do subúrbio de Londres.

As 28 casas da vila foram construídas como abrigo para trabalhadores, entre 1915 e 1919, pelo engenheiro Eduardo de Aguiar D’Andrada.

O terreno foi doado pela já viúva Marquesa de Ytu a sua sobrinha neta, Eliza Aguiar D’Andrada, e seu marido, em 1913. O palacete original da Marquesa, que havia sido projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, possuía um amplo jardim que foi modificado para a construção das casas.

Os pequenos sobrados foram então alugados a operários ingleses e suas famílias que trabalhavam na remodelação da Estação da Luz.

A Vila é tombada pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e hoje, um condomínio, as casas são alugadas para escritórios. (www.saopaulo.com.br)

Serviço:

Rua Mauá, 836
Estação Luz do Metrô


Vila dos Ingleses

Vila dos Ingleses

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Vila dos Ingleses

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domingo, 3 de maio de 2015

São Paulo Literária

A biblioteca Mário de Andrade é a principal biblioteca pública da cidade de São Paulo.

Quem nos leva a este gostoso e interessante passeio é Turismo na História.

Passeio esse que começa por uma caminhada pela Rua Barão de Itapetininga, uma região muito conhecida pelos literários da década de 20 e que segue até a Biblioteca Mário de Andrade, que é o tema do nosso álbum.


Fundada em 1925, a partir do acervo da Câmara Municipal, consolidou-se ao longo de sua história como uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Seu edifício-sede, localizado no centro histórico da capital paulista, é considerado um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade.

Detentora do segundo maior acervo documental e bibliográfico do país – atrás somente da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro –, a BMA é por excelência o órgão depositário de todos registros histórico-culturais da cidade de São Paulo. Seu acervo conta com aproximadamente 3,3 milhões de títulos, cobrindo todas as áreas do conhecimento humano, e conserva um amplo conjunto de incunábulos, manuscritos, brasiliana, gravuras, mapas e outras obras raras, majoritariamente produzidas entre os séculos XV e XIX. (pt.wikipedia.org)

Serviço

Saiba mais sobre sua história em www.prefeitura.sp.gov.br

Rua da Consolação, 94
Tel: (11)
3775-0002
estação Anhangabaú do Metrô

São Paulo Literária


aqui, no primeiro andar, até os anos 1960, funcionava a Confeitaria Vienense, mesmo prédio onde o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida, um dos integrantes da Semana de Arte Moderna de 1922, mantinha seu escritório. Foi também cenário em 23/03/1932 do estopim da Revolução Constitucionalista.

São Paulo Literária
São Paulo Literária
no andar térreo do Edifício Jaraguá, reservado para uso comercial, até meados dos anos 1980 foi sede da Editora e Livraria Brasiliense, de Caio Prado Júnior, de quem Monteiro Lobato foi sócio e onde veio a falecer em seu apartamento no 13º andar
São Paulo Literária

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fachada da Biblioteca Mário de Andrade

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aqui, o nome da biblioteca "bordado"
em ponto cruz, em vários idiomas

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Mario de Andrade foi um personagem fundamental para a semana de arte de 1922 e é considerado um dos maiores intelectuais brasileiros.
São Paulo Literária

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A Leitura, de Caetano Fraccaroli

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detalhe

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salão onde ocorreu, entre outros, o velório de Monteiro Lobato

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paineira original da mata nativa existente
 antigamente na região

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espaço reservado com obras sobre São Paulo





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neste edifício localizado na Praça da Sé, funcionava
 a editora de Monteiro Lobato:  editora Monteiro
 Lobato & Cia